MORTE IMINENTE

Como lidar com a possível morte de um ente querido? 

Conceito e dicas

Como a própria pessoa percebe sua morte?

 

Saber que um dia iremos morrer parece algo comum, mas o que dizer daquelas pessoas que vivem já sabendo "mais ou menos" o dia em que partirão?

Alguns diagnósticos levam muitas pessoas a viverem os últimos dias com a amargura da morte iminente, outras ficam cada vez mais calmas quando se aproximam da hora de partir. O contexto em que o sujeito viveu durante sua vida parece influenciar na compreensão quanto a própria finitude.

 

Valorização da vida e o direito de despedida - morte iminente

Como olhar para uma situação onde se tem o fim tão próximo diante dos nossos olhos, e ainda encontrar fatores positivos?

Parece absurda tal ideia, mas quando o ser humano está diante de situações dolorosas, muitas vezes se fecha na dor, e não olha o que está a sua volta.

Se levar em consideração que a morte é um momento de ruptura, onde a maioria das pessoas são tomadas por uma surpresa, na morte iminente não ocorre isso, pois todos já esperam, e podem se preparar um pouco mais para esse difícil momento.

Muitos com a dor do luto e norteados por uma notícia repentina, não têm tempo para se despedir de seus entes queridos, como ocorre, por exemplo, com as vítimas de acidente.

 

Quantos gostariam de ter a oportunidade de dizer para aquela pessoa especial o quanto a amava? A morte repentina tira a possibilidade de despedida e de aproveitar mais alguns momentos ao lado do ser amado.

DOR DE AMOR - DOR DE AMAR

 

Você pode superar

INSEGURANÇA

 

Complexo de inferioridade

LUTO

 

Superando a perda

A morte rápida tem essa característica, de não deixar os mais próximos fazer aquilo que é necessário ainda quando a pessoa está viva. Aqueles que ficaram além de conviver com a dor da perda repentina, ainda vivenciam a culpa por não terem feito coisas que julgavam importantes, aumentando desta forma, o sofrimento.

Apesar de difícil, a morte iminente possibilita tanto a pessoa diagnosticada quanto aos seus familiares e amigos de irem dizendo adeus, e, de fazerem aquilo que é necessário.

 

Embora doloroso seja estar "cara a cara" com a morte, sempre existe algo significativo a fazer, como passar o dia em companhia dos amigos, da família, realizar certas coisas que geralmente são deixadas para depois devido obrigações do cotidiano. Sentir o carinho, o contato, o afago das mãos de pessoas significativas - poderá ter um valor tão imenso nesse momento. 

 

Porém, muitas vezes, aquele que sofre de morte iminente foca mais nas perdas e nos pensamentos negativos. Embora, seja esperado que o indivíduo fique triste, porém, é importante também perceber que a vida está dando a oportunidade para ele se despedir e realizar aquilo que realmente importa, levando em consideração que muitos partem sem ao menos ter essa possibilidade.

Como viver com um diagnóstico paliativo?

 

No momento do diagnóstico o que a pessoa poderá sentir?

Inicialmente quando se tem o diagnóstico de morte iminente, geralmente ela acha que nada mais importa fazer, pois não tem tanto tempo disponível. Isso poderá ser um erro, podendo levar para um sofrimento ainda maior.

A dor de não mais ter a presença dos amigos, dos familiares, de não ter oportunidade de vivenciar novos acontecimentos, isso poderá ser muito difícil, ao ponto de levar o paciente à depressão.

Nessa hora tudo o que o indivíduo não fez, mas que julga importante ter feito, aparece como uma forma de remorso. Por exemplo, poderá sentir culpa por não ter ficado mais tempo com a família, de ter dado importância a olhares e palavras tortas, de não ter aproveitado cada ocasião com o máximo de vigor, de não ter sido feliz de verdade...

          

Faz parte da conjectura do ser humano não aceitar a morte de prontidão. Contudo, o sujeito poderá ficar mais compreensivo com o passar do tempo.

Temos uma cultura que não fala sobre a finitude

Nossa sociedade e nossa cultura não preparam as pessoas para a finitude, tanto é que as crianças, por exemplo, não sabem o que é a morte. Explicam-se a elas a ausência de um ente querido com tanta imprecisão de fatos, que só lhes restam fantasiar.

Presenciei uma vez no aeroporto de Guarulhos (SP) uma criança que chorava desesperadamente ao ver a mãe embarcar no avião. Ao  compreender o que se passava com ela, descobri que seu tio havia falecido à poucos dias, e a explicação que deram foi: "Tio Felipe foi para o céu". 

 

"A vida é tão desconhecida e mágica, dorme às vezes do teu lado... calada."

Cazuza

A criança aprende muito com aquilo que vivencia, e é penoso que muitos adultos desconsiderem isso. E, assim crescemos afastados e alienados do que é a morte, até que um dia alguém muito próximo vai embora.

Lidando com a própria finitude

Muitas pessoas mesmo em fase terminal desejam viver mais um pouco. Algumas esperam que apareça "de uma hora para outra" algum tratamento que as cure.

 

Devido que a medicina está tão avançada, novos tratamentos surgem e geram surpresas, contribuem para que a esperança ainda permaneça presente, mesmo diante de uma situação em que não se há muito o que fazer.

   

A esperança serve para dar forças para todos os envolvidos. Por outro lado, poderá ser frustrante quando os dias passam e a cura não ocorre. Podendo torna-se muito mais doloroso o processo de finitude, principalmente se junto vier a culpa por não ter aproveitado mais a vida.

A responsabilidade de viver melhor com o tempo que se tem - morte iminente

As emergências do cotidiano dão um tom para como a vida "deve" ser vivida. A palavra "deve" o que sugere? Dever, responsabilidade, obrigatoriedade.

Estamos deixando cada momento da nossa vida para viver depois, quando as coisas se resolverem, quando tivermos tais coisas, quando conseguirmos "isso e aquilo". Porém, o amanhã poderá não mais existir, nem para nós, assim como também para nossos entes queridos.

Isso não corresponde a um viver de forma "irresponsável", mas em focar a atenção naquilo que muitas vezes faz parte da nossa essência, e dá mais brilho para um viver mais verdadeiro e autêntico.

Estudos mostram que no momento da morte, as pessoas param para refletir sobre como poderiam ter aproveitado mais a vida, e se arrependem. 

 

Coisas simples são valorizadas como tomar um sorvete, observar a natureza, ter aproveitado mais a presença dos entes queridos. Coisas materiais são desvalorizadas, para dar lugar ao "próprio viver".

 

Minha sugestão como psicóloga é: "Você não precisa deixar de lado suas responsabilidades. Procure não "sobreviver", mas "viver". Em seu cotidiano não vá aguentando as coisas que lhe desagrada. Faça algo! Seja criativo, realize coisas significativas para você, se atualize, se refaça - tão quanto for necessário para viver melhor. Acredite que "viver bem" é para você também!

Comportamento das pessoas diante da morte iminente

 

Choque e negação

 

Estudos apontam que diante da possibilidade de perder a vida, as pessoas demonstram características parecidas. Algumas não seguem esse roteiro, mas outras fazem conforme aqui descrito. 

Ao receber a notícia de que não há muito tempo de vida, inicialmente ocorre o choque. Posteriormente, a pessoa pode desconfiar do parecer médico, achando que está errado, ou então, poderá negar que tudo aquilo esteja realmente acontecendo com ela.

Algumas pessoas não conseguem sair desta fase, e passam o resto de suas vidas correndo atrás de médicos para receber um diagnóstico contrário.

Como a equipe médica poderá ajudar nesta fase?

De forma respeitosa, a equipe médica pode passar todas as informações sobre a doença, o prognóstico e as opções para o tratamento. Se possível, questionar o quanto de informação a pessoa quer saber. 

O que é importante para o paciente nesta fase?

Para o paciente é muito importante ficar esclarecido que não será abandonado.

 

Uma palavra áspera recebida aqui e ali, são suficientes para o paciente não acreditar no que está sendo dito, vindo a procurar um outro especialista. 

Por mais difícil que seja lidar com a pessoa nesta fase, cabe sempre a equipe médica dizer a verdade, não podendo dar falsas esperanças, e é importante que o ambiente seja acolhedor.

Raiva

Quando a fase da negação passa, o paciente poderá entrar na fase da raiva.

 

Nessa fase, poderá provocar na equipe médica um desejo de afastamento desse paciente, devido que o contato pode-se tornar extremamente difícil.

 

Norteado pela raiva, o paciente poderá questionar: “O que aconteceu comigo?”​, "Por que eu?”, “O que fiz para merecer isto?”

Nesse momento, poderá apresentar intolerância com a situação, e comportar-se-á de forma agressiva, sendo de difícil lida. Podendo voltar-se contra Deus, contra o destino, contra as pessoas à sua volta...

Como a equipe médica poderá ajudar nesta fase?

É importante que a equipe médica tenha muita paciência e acolha a dor emocional desse paciente.

Sabemos que a equipe poderá se cansar, havendo a possibilidade de transferir os cuidados para outros colegas.

A equipe médica precisa estar esclarecida: que a raiva expressa pelo paciente não pode ser vista como algo pessoal, pois trata-se da dor psíquica dele. A autoestima de nenhum profissional pode ser abalada devido a isso.

 

O que é importante para o paciente nesta fase?


A raiva também pode mostrar a vontade da pessoa de ter maior controle, em uma situação em que ela se sente impotente.

Para estes momentos em que o paciente se mostra completamente irritado, o comportamento empático dos cuidadores pode diminuir a raiva que ele sente. 

O paciente precisa redirecionar sua atenção a outros sentimentos, por exemplo, medo, tristeza, solidão.

Barganha

É uma fase que pode durar pouco tempo. Porque a barganha é o momento em que o paciente negocia com a equipe de saúde, com os que estão a sua volta, e até mesmo com Deus sobre sua cura.

Geralmente a pessoa se comporta com intuito de receber melhores cuidados. Em troca disso cumprirá promessas, como ser alguém melhor, doar bens, ir mais a igreja. Ela acredita que se tiver um bom comportamento (alegre, obediente) o médico fará com que melhore seu estado de saúde.

 

"Não tenha medo de cometer erros. Tenha medo de não aprender com eles."

Renato Russo

Como a equipe médica poderá ajudar nesta fase?

 

É importante que a equipe médica esclareça ao paciente: de que será cuidado da melhor forma possível e tudo o que for necessário também será feito - independente de seu comportamento.

 

O que é importante para o paciente nesta fase?

Para que o paciente se sinta melhor, é importante fazê-lo participar em seu tratamento, deixando claro que ele poderá ser franco quando quiser e que não perderá nada por isso.

O que é importante para o paciente nesta fase?

Frente à morte a tristeza pode acontecer. Entretanto, a depressão não pode surgir e se fixar até os últimos dias da pessoa. 

 

A falta de esperança, muito comum na depressão, maior poderá alterar a longevidade, além de que prejudica o indivíduo em sua dignidade. Então, para a pessoa é importante ter mais qualidade em seus últimos dias.

Depressão

Nesta fase, a pessoa revela sinais clínicos de depressão como tristeza, retraimento, mágoa, desesperança, retardo psicomotor, angústia, perturbações no sono, possivelmente ideação suicida...

A depressão pode ocorrer devido aos resultados obtidos pela doença, por exemplo, desamparo, dificuldade financeira, isolamento social...

 

Como a equipe médica poderá ajudar nesta fase?

Há casos em que ocorre o transtorno depressivo maior, sendo necessário o tratamento com medicamento antidepressivo. 

A equipe médica poderá ajudar muito se observar isso.

Aceitação

 

Nesta fase o paciente já aceita que não é possível mudar as coisas, e que a morte é inevitável. Também é o momento em que ele já consegue abordar sobre a própria morte com aqueles mais próximos.

 

Como a equipe médica poderá ajudar nesta fase?

O humor pode variar, porém, o estado de calma e silêncio tornam-se mais presentes. A equipe médica precisa ser empática para compreender isso e auxiliar a pessoa em suas necessidades.

O que é importante para o paciente nesta fase?

Embora, lamente a perda, o paciente consegue ir se desprendendo de tudo, inclusive dos entes queridos.

 

Aquelas pessoas que acreditam em vida após a morte, geralmente encontram o conforto em suas crenças.

A morte iminente em cada faixa etária 

 

 

Crianças - morte iminente

Ficam abaladas emocionalmente, e descarregam sua raiva sobre aqueles que as cuidam (pais, parentes, equipe hospitalar). 

A separação da criança em relação aos pais, especialmente com a mãe, é um evento tão estressante quanto à doença. Por esta razão, é tão importante à presença de alguém que ela goste muito ao lado do leito, além de se sentir mais tranquila, facilitará o atendimento médico.

      

Adolescentes - morte iminente

Ao se deparar diante da morte iminente, o jovem poderá se preocupar com a questão da aparência. 

O adolescente geralmente apresenta forte desejo de independência para controlar a situação. Nesse momento, o seu tratamento pode-se tornar extremamente difícil para os profissionais da saúde.

      

Adultos jovens morte iminente

Quando lida com a probabilidade do fim, o adulto jovem se lamenta por não ter mais a oportunidade de viver. 

 

O adulto fica entristecido por não ter a possibilidade de vivenciar acontecimentos importantes como casar, ter filhos. Ficando muitas vezes, ameaçado pelo isolamento.

      

Pais jovens - morte iminente

 

Os pais temem que seus filhos não sejam criados com carinho, receiam que passem por dificuldades e falta de apoio - sem a presença deles. 

   

Também se sentem comovidos, por não experimentar um dia o prazer de serem avós e de vivenciarem momentos importantes ao lado da família.

      

Adulto de meia-idade morte iminente

 

Pode se sentir frustrado por não conseguir desfrutar do que conquistaram e nem de se envolver com a próxima geração.

      

Idoso morte iminente

 

Aceita melhor a realidade de sua morte.

 

Através da morte de familiares e amigos, a pessoa idosa já começa a imaginar que também chegará o seu fim. E, quando acontece a morte iminente em sua vida, geralmente ela está mais preparada. 

Formas de ajudar uma pessoa querida em estado terminal

Como a equipe médica poderá ajudar o paciente em estado terminal?

  • Dando atenção ao que ele tem a dizer;

 

  • Questionar sua opinião sobre as coisas;

  • Mantendo um contato físico apropriado;

  • Não deixando de fazer visitas regulares. 

 

O ideal é que a pessoa seja tratada com respeito. Que ela se sinta importante, independente da sua condição de saúde.

A pessoa precisa saber a verdade?

O ideal é que a pessoa saiba a verdade, para que ela possa decidir o que fazer com o tempo restante da sua vida.

 

Contudo, é importante que a equipe médica entenda que algumas pessoas preferem não saber sobre seu real estado. Desta forma, é coerente sondar o quanto aquela pessoa deseja saber sobre sua saúde. E, isso, precisa ser respeitado!

Entendemos que é melhor que o indivíduo saiba o que está lhe acontecendo, mas isso não deve ser imposto de uma forma ríspida e grosseira, sem que ele tenha condições para lidar com o fato.

 

Também, não se pode deixar de encorajar o paciente para conhecer melhor sobre seu estado de saúde. Entretanto, que seja de forma gentil e respeitosa.

Como ficam os familiares?

 

Os familiares face a morte iminente, também precisam de acolhimento para lidar com seus sentimentos. Pois, na maioria das vezes, são eles o apoio emocional do paciente.

      

Para os familiares a perda de um ente querido pode ser muito difícil; as visitas ao hospital; acompanhar o percurso da doença; aguentar a impaciência da pessoa amada; ter que lidar com a perda...

A importância da comunicação entre família e paciente

 

Os parentes e amigos podem ficar com receio em falar ao paciente em relação à morte iminente, por medo de deixá-lo triste, e também porque eles mesmos já estão sentindo muito a futura perda.

   

Por outro lado, o paciente teme em falar sobre sua morte por receio de fazer a família sofrer.  

 

Neste momento, a equipe multidisciplinar pode fazer com que cada um saiba o que o outro está sentindo, para que assim, ambas as partes possam vivenciar melhor os momentos que ainda restam.

 

"A vida me ensinou a nunca desistir, nem ganhar, nem perder, mas evoluir."

Chorão (Cherlie Brown Jr.)

Trabalho psicológico no tratamento paliativo

      

O psicólogo em situação de morte iminente atua para auxiliar todos os envolvidos, como a equipe médica, o próprio paciente e familiares.

 

Todo hospital, principalmente os que cuidam de tratamento paliativo, deveriam ter em sua equipe um profissional assim.       

O trabalho psicológico desenvolvido com o paciente, facilita o entendimento daquilo que está se passando com ele, e favorece que a aceitação aconteça, tanto com ele quanto com os familiares.

Equipe multidisciplinar bem treinada é fundamental para exercer um bom trabalho

A equipe multidisciplinar pode ajudar o médico em sua tarefa. Pois, se cabe a esse profissional proporcionar controle rigoroso da dor. Juntamente com ele a equipe pode atuar de forma mais solidária junto ao paciente.

A ação em conjunto resultará num ambiente melhor para todos, facilitará o trabalho médico, e, certamente refletirá no paciente, que inclusive é a pessoa principal desta história.

A pessoa em fase paliativa continua a ter uma história, ela não pode ser reduzida a um quadro clínico. É importante que seja tratada com dignidade, e que tenha em seus últimos minutos: um acolhimento respeitoso.

Trate a pessoa com tratamento paliativo como você gostaria de ser tratado, sabendo que um dia também chegará sua vez. 

"Abrindo os olhos" para viver melhor, encontramos a graça em cada instante, em cada atitude!

Maria Cristina Santos Araujo
Psicóloga SP - 06/108.975

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