BULLYING

Na escola

 COMPOSIÇÃO

Vítima - aquele que sofre as agressões

Espectador - o que assiste e não faz nada

Agressor - condutor dos atos

 

 

O bullying sempre existiu

Desde tempos antigos, as diferenças nunca foram bem toleradas, e hoje não é diferente.

 

Raramente encontramos alguém que nunca tenha passado por alguma situação constrangedora, ocasionada por outra pessoa.

Antigamente o que ocorria nas escolas, nas universidades, na sociedade - ficava mais camuflado. 

Hoje talvez a gravidade das situações, recorrência, exposição dos meios de comunicação, tenha popularizado o termo bullying.

O que é o bullying?

O termo é em inglês, remete a atos intencionais e agressivos que se repetem contra alguém.

Pode acontecer no trabalho, na vizinhança, no meio familiar, na escola (principalmente).

A gravidade do bullying está relacionada ao mal que pode causar a vítima.

     

De que forma o bullying é praticado?

Pode ser praticado de forma psicológica e física:

  • Direta - bater, roubar, entre outros;

  • Indireta - calúnias, difamação, xingamentos, entre outros.

 

Alguns desses comportamentos podem passar despercebidos, sendo considerados como brincadeiras, mas não são.

CYBERBULLYING

 

Agressão pela internet

MEDO DO JULGAMENTO DOS OUTROS

Como superar?

TRANSTORNO DA ANSIEDADE GENERALIZADA 

Conceitos - TAG

Como saber se o seu filho sofre bullying?

Algumas características importantes para observar:

 

  • Mudanças repentinas no jeito de se comportar;

  • Falta de ânimo;

  • Doenças psicossomáticas;

  • Dificuldade para prestar atenção;

  • Nervosismo;

  • Depressão;

  • Impulsividade;

  • Introspecção;

  • Ansiedade;

  • Queixas físicas, como cansaço, dor de cabeça, mal estar no estômago...

Os responsáveis devem interferir caso desconfiem de alguma coisa.

Os pais podem observar o comportamento do filho fora de casa. Se for preciso devem perguntar aos amigos, professores - sobre como andam as coisas na escola?

O bullying não  prejudica apenas o jovem no momento presente, mas poderá acompanhá-lo pelo resto da vida, em forma de trauma, baixa autoestima, entre outros problemas associados.

Outra questão a ser avaliada pelos pais, é se a criança é muito agressiva, porque ela pode ser autora de bullying. Neste caso, ela também precisa de ajuda.

 

Pesquisas têm mostrado que o comportamento desmedido na infância e na adolescência, pode continuar a crescer no decorrer da vida adulta, levando a delinquência. Além de que a falta de empatia, só favorece a uma sociedade desigual e opressora.

Quem é o praticante de bullying?

Características do praticante de bullying

Praticar o bullying não faz bem ao agressor, que também pode vir a sofrer de problemas psicológicos no futuro.

O praticante de bullying pode apresentar algumas características:

 

  • Tem atitudes agressivas;

 

  • Ele se mantém no controle do bullying por meio de ameaças, forçando a vítima a ficar em silêncio;

  • Possui de alguma forma mais poder ou força;

  • Geralmente acusa a vítima de ser responsável pelo maltrato que sofre. Ela, por sua vez, se sente culpada por acreditar ser verdadeiro o demérito recebido.

Medidas escolares contra o bullying

 

A camuflagem da agressão

 

A escola é um lugar plural, cheio de diversidade, também é um espaço em que o jovem está longe de sua família (fora da proteção).

 

Contendo um número grande ou não de alunos, a escola é geralmente um espaço difícil de fiscalizar minuto a minuto tudo aquilo que acontece. 

Muitas vezes, essas agressões ocorrem de forma camuflada, em momentos que não há adultos por perto.

 

O banheiro é o lugar predileto para os praticantes de bullying. Justamente por ser um espaço onde não há câmeras de segurança, onde a vítima obrigatoriamente precisa usá-lo. 

 

O bullying também costuma acontecer nas trocas de aulas, saída e entrada da escola.

O que a escola precisa fazer para evitar o bullying?

  • Esclarecer sua posição referente ao bullying;

  • Atuar com prevenção - trabalhando a empatia dos alunos e a conduta de ajudar o próximo;

  • Chamar os pais dos agressores para conversar - deixar claro os passos disciplinares;

  • Separar momentos para dialogar com os alunos sobre conceitos de cidadania;

  • Penalizar os responsáveis pela agressão;

  • Promover atividades criativas que abordem o assunto;

  • Conversar com os pais das vítimas e orientá-los;

  • Tomar medidas necessárias quando verificar que supostas brincadeiras já passaram dos limites.

Suporte familiar não pode faltar

De que forma os pais podem ajudar?

 

  • Incentivando em casa o respeito as diferenças, quer seja racial, cultural, econômica;

  • Precisam ficar atentos caso desconfiem que o filho seja autor de bullying, interferindo nesse sentido;

  • Devem contatar a escola quando perceberem algo diferente;

  • Os pais não podem agir com indiferença, esperando que a criança vítima resolva a situação;

  • Devem tentar esclarecer a criança (vítima) de que não deve se culpar pelo que aconteceu;

  • Precisam procurar ajuda profissional, caso percebam mudança persistente no comportamento da criança, onde ela por sua vez, não quer falar o que está acontecendo.          

     

Mudança de escola é o mais ideal a fazer em caso de bullying?

A mudança de escola, às vezes é o caminho mais rápido, que os pais encontram para resolver o problema. O jovem também se usa dessa estratégia, como um meio para escapar do bullying. Porém, muitos são surpreendidos, quando a mesma situação se repete em outro lugar.

Muitas vezes, o jovem chega a nova escola com resquícios do que aconteceu. Acuado e com timidez, se comporta com receio de sofrer tudo novamente, podendo neste momento ser notado por outros alunos que são praticantes de bullying. 

O agressor é aquele que busca encontrar uma vítima para seus atos.

 

"Não adianta a poda das folhas, como estratégia para mudar a árvore, se a raiz continua a mesma."

Maria Cristina S. Araujo

E, portanto, cabe ao jovem ter uma nova postura, mesmo que seja difícil para ele. Porém, há casos em que é necessário buscar uma ajuda psicológica também.

O bullying pode marcar fortemente a criança e o adolescente, por fazê-los conviver com essa triste lembrança. É importante que o jovem se fortaleça e, saiba que outros também passaram por isso, mas tiraram de um momento difícil grandes experiências.

"Abrindo os olhos" percebemos que não há tempestade que dure para sempre, que às vezes não dá para esperar passar, temos que aprender a caminhar com ela.

Maria Cristina Santos Araujo

Psicóloga em  São Paulo - 06/108.975

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