COMPLEXO DE CINDERELA

O receio de ser você mesmo

 "Abrindo os olhos"

para uma história real 

 

Descubra o conceito escondido atrás do desenho infantil - complexo de Cinderela

Cinderela remete a história de uma jovem rica, que após o falecimento de seu pai, se tornou uma fazedora de tarefas do lar. Sem remuneração e reconhecimento, tanto da madrasta, quanto das irmãs, a jovem sofre durante alguns anos, sem perceber o que lhe acontecia.

 

Cinderela era humilhada frequentemente, quase não tinha voz e atitude para se defender. Com seus cantos e brincadeiras, ela procurava se distrair de uma vida bastante judiada. Até que um dia encontra a fada madrinha, que a instrumentaliza para ir ao baile de forma muito bela. Depois disso, sua vida muda, ganhando um novo sentido.

 

Essa história está presente até hoje nos contos de fadas, geralmente as meninas gostam muito.

À primeira vista, é fácil ter empatia com essa história, porque remete a vida de alguém que foi desafortunada, mas que se tornou  princesa.

 

Cinderela tinha uma conduta "corretamente aceita". Ela era boazinha, sofria as humilhações calada e com alegria.

 

A submissão de Cinderela 

Fica em plano de fundo (não observado) a submissão de Cinderela.

Cinderela era a proprietária legítima dos bens do pai. Mas como ela permitiu lhe acontecer todo aquele descaso? 

 

Esse desenho é idolatrado até hoje. Porém, nele esconde a submissão de uma garota cheia de atributos.

 

Quando Cinderela é presa no quarto, para não provar o sapatinho de cristal, ela percebe que perderá a chance de se casar com o príncipe, amor de sua vida. Então, ela age em defesa própria.

 

Precisou a vida da personagem alcançar o caos, para que uma atitude fosse tomada. Quantas pessoas na vida real também agem assim?

BAIXA AUTOESTIMA - no relacionamento amoroso

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O CORPO DA MULHER

 

Na crise dos 40 anos

AUTOSSABOTAGEM

 

Conceito e dicas....

Cinderela foi vítima porque assim se permitiu ser

Cinderela é vista pelas crianças como "coitadinha", e, por muitos adultos também, porque era maltada pelos outros. Cinderela era aquela que se deixava maltratar, não se defendia de forma eficiente, então o mundo a invadiu.​

A atual realidade das mulheres - complexo de Cinderela 

 

Os anos passaram, a mulher alcançou direitos, porém, algumas coisas parecem ser bem corriqueiras ainda hoje.

 

O complexo de Cinderela vem nos mostrar que alguns paradigmas permanecem na sociedade, fazendo presente na vida das pessoas. Algumas mulheres seguem "à risca" aquilo que lhes foi passado, como ser boazinha, não reagir, não parecer mal educada...

O artigo aqui relata a postura de algumas mulheres dentro desse enquadre, contudo pode servir para os homens também.​

O que é o complexo de Cinderela?

O complexo de Cinderela foi inicialmente citado por Colette Dowling (jornalista), que veio a relatar as próprias experiências, num campo de lutas e vitórias. A jornalista procurou mostrar como foi tomada pelas inseguranças durante sua vida.

 

Partindo de uma história infantil e transcorrendo para a realidade, muitas pessoas agem mediante a um conjunto de comportamentos, envolvendo o medo e a insegurança.

 

Isso atrapalha o desempenho nas áreas mais importantes da vida, restringindo a pessoa de usar o melhor de seu potencial.

Aqui eu relatarei sobre o complexo de Cinderela com a compreensão da Gestalt-terapia, a abordagem que sigo dentro da clínica psicológica.

 

No complexo de Cinderela, as mulheres deixam de fazer o melhor por elas mesmas, por acreditar que algo venha de fora e transforme suas vidas. 

 

Pode-se dizer também, que é a dependência psicológica que a pessoa vivencia, tal como: o desejo íntimo (inconsciente) de ser cuidada por alguém.

 

Assim, existe uma forte tendência para essa pessoa se conectar aos outros, sem diferenciar: o que é ela, o que é o outro.

A identificação excessiva com o outro, reduz as diferenças dela. Passando a se igualar mais e mais às coisas que se conecta, ela então se distancia da própria identidade.

Com isso, a mulher passa a seguir os conceitos da sociedade mais passivamente, mesmo que isso ocasione sofrimento.

Se a Cinderela do desenho se submeteu à vontade alheia sem refletir, se aquilo era justo, correto, ideal para ela, na vida real a mulher insegura também poderá fazer o mesmo. Em casos de inflexibilidade, ela pode adoecer, somatizando doenças em seu próprio corpo.

De que forma a mulher sofre no complexo de Cinderela?

 

Falta de contato consigo mesma no complexo de Cinderela

 

Medo e ansiedade, falam mais alto nessa pessoa. Ao mesmo tempo, em que é limitada por um conjunto de atitudes inseguras. Não permitindo, que vivencie o potencial que possui.

 

Também existe uma preocupação constante em agradar o outro. Com isso, ela não faz contato com o "aqui e agora", e assim, suas experiências não são assimiladas. Com essa constante interrupção do contato, a mulher não consegue perceber suas necessidades, passando a não fechar as situações que precisam ser encerradas.

Seu cotidiano pode corresponder a seguinte frase: “Eu não existo sozinha”.

Dificuldade em fazer as coisas sozinha no complexo de Cinderela

Geralmente, as mulheres sozinhas crescem muito, pois, pagam contas, resolvem problemas, lidam com várias situações.

 

Entretanto, algumas quando se relacionam amorosamente com alguém, passam a solicitar mais a presença do outro, em situações que antes elas conseguiam resolver. 

Por exemplo, é só quebrar o carro na estrada, que não liga mais para a seguradora, mas sim para o parceiro. Mesmo sabendo que ele está muito ocupado, longe, que não entende de mecânica automobilística.

Quando num relacionamento, a maior parte da responsabilidade, fica apenas para um dos envolvidos resolver - o fardo se torna pesado.

O comportamento dependente, faz com que a própria pessoa não se sinta capaz de lidar com as suas coisas. Ficando a espera que o outro faça por ela. Contudo, isso bloqueia o desenvolvimento pessoal de qualquer um.

Autossabotagem no complexo de Cinderela

Existe mulher que se relaciona durante anos com a mesma pessoa, ainda que sofrendo. Mesmo que anseie por liberdade, quando alcança tende a ficar com medo, desejando encontrar outro parceiro.

A autossabotagem aparece quando, essa mesma mulher passa a procurar outro parceiro, mas não por amor, mas para se sentir segura. Parece uma situação contraditória, porque em grande parte do tempo, ela aguenta muita coisa sozinha.

Há também aquela pessoa que passa a vida inteira desejando uma transformação, e, ao conseguir (trabalho/casamento/carreira) não aproveita a vitória, porque se depara com o medo de não dar conta.

Veja o que acontece com a mulher na crise da meia-idade

Complexo de Cinderela

 

 

A idade da loba e o complexo de Cinderela

É na maturidade, que a mulher com complexo de Cinderela vivenciará mais acentuadamente, as consequências de seu comportamento.

Não importa se viúva, divorciada, solteira – ela poderá sentir culpa por não ter aproveitado mais a vida. 

Agora mais consciente, ela percebe que poderia ter feito mais por si mesma. Algumas, com a chegada da meia-idade enfrentam quadros de depressão. 

Muitas dessas mulheres passam a vida assumindo papéis de protetora dos filhos, do marido, de amigos, de parentes, e, isso contribui um pouco para sua autoestima. Porém, quando sessam os papéis, elas não sabem o que fazer. Pois, se distanciaram da própria identidade por anos.

Enquanto cuida dos outros, a mulher que sofre do complexo de Cinderela abandona a si mesma, enquanto ninguém cuida dela.

E, não adiantará responsabilizar o marido e demais pessoas por não ter tido vida própria, pois a responsabilidade de ser feliz sempre foi dela mesma.

"Vou fazer o meu melhor hoje, procurar a excelência em mim mesmo."

Monja Coen

A esperança de ser ajudada no complexo de Cinderela

Ela geralmente espera, que algo no mundo externo apareça para lhe ajudar. Ao se colocar nas mãos do outro para ser cuidada, ela transfere sua responsabilidade, podendo viver cada vez mais ansiosa e insegura.

Medo e insegurança no complexo de Cinderela

O medo e a insegurança, não estão de acordo com a realidade dela e  nem com sua capacidade de fazer as coisas.

 

Contudo, o medo está relacionado em grande parte, com a ansiedade e a insegurança que sente. Essa mulher geralmente é bem ansiosa.

Falta de reconhecimento do próprio valor no complexo de Cinderela

Também não é difícil vê-la atribuir o próprio êxito à coisas externas, do que a si mesma: “Consegui a promoção no trabalho por sorte”, “Deu certo porque tinha que acontecer”, "Eu não sou tão inteligente assim, simplesmente arrisquei”. 

Ela pode apresentar dificuldade em receber elogio e de observar as próprias potencialidades. O oposto de uma mulher com autoconfiança, que agradece o elogio que recebe e reconhece seu próprio valor.

Ao pensar como a Cinderela da história, a mulher se coloca num cativeiro, no qual se torna a verdadeira inimiga dela mesma.

Estratégias que ela utiliza para manter o relacionamento amoroso

Complexo de Cinderela

 

O que ela faz para conseguir aquilo que deseja?

A mulher que sofre do complexo de Cinderela não quer perder o controle da relação amorosa, mesmo que tenha que sacrificar a espontaneidade e a alegria. Ela geralmente usa da manipulação, para manter o controle da relação amorosa.

 

Ao usar a manipulação, ela diminui as diferenças, evita de toda forma possível o conflito com o parceiro.  Abaixo, estão em mais detalhes algumas das manipulações.

Sua dedicação é excessiva no relacionamento amoroso

Ela geralmente não tem um relacionamento “de igual para igual”.  Ela se doa demais e recebe de menos. Lembrando que isso também, pode acontecer aos homens.

Quanto mais associada ao outro, sem olhar para si mesma, maior  dedicação dispensará para o parceiro amoroso. Ela poderá abdicar das próprias necessidades, para se envolver emocionalmente com as coisas do outro.

Essa mulher se preocupa muito com as exigências e as satisfações do parceiro. Está sempre à frente do tempo. 

 

Muitas vezes, não precisa nem o parceiro pedir, que ela já está fazendo, mas por outro lado, também pode ficar reclamando, que ele não reconhece seu esforço. Podemos observá-la dizendo: “Sei tudo o que ele quer, não precisa nem pedir”.

Recusa em reconhecer as diferenças no relacionamento amoroso

No relacionamento amoroso, a mulher exige semelhança, recusa tolerar qualquer diferença que haja na outra pessoa.

Se ela age em função do relacionamento, vai querer que o parceiro o faça da mesma forma. A necessidade é excessiva em permanecer no “nós somos”, do que no “eu sou”.

 

Ela procura se satisfazer, realizando aquilo que é bom para os “dois” – sem olhar diretamente para a necessidade existencial que ela tem. Podemos observá-la dizendo: “Somos parecidos”.

     

Se diminui com intuito de garantir o relacionamento

A mulher em determinadas ocasiões, atua no relacionamento igual à Cinderela da história, se deixando dominar.  

Se o receio de perder o parceiro for excessivo, ela é capaz de mostrar muita carência à ele. Assim, faz o parceiro se sentir culpado, caso a abandone.

Ela também é capaz de fingir que está sentindo prazer no ato sexual, mesmo quando não está com nenhuma disposição para isso.

Tende a abdicar facilmente de seu próprio dinheiro, opinião, vontade, mesmo que o parceiro não faça nada disso por ela.

 

Sou tão impulsiva e tão pé no chão... sou tão mocinha e tão bandida... sou tão menina e tão mulher... tão dona do meu nariz e tão insegura... sou uma doce e estranha criatura!

Mell Barcellos

Age como se fosse totalmente indispensável para o parceiro

 

A mulher com intuito de manter a relação, poderá se tornar totalmente indispensável para o parceiro, mesmo que gere sacrifícios a ela. 

 

Podemos observá-la dizendo: “O que será dele sem mim?”

Falta de garantia sobre a continuação da relação 

​Aqui foi descrito como ela geralmente age no relacionamento amoroso. Mas isso, pode se estender também nas relações sociais de forma geral, basta que o sentimento de dependência e insegurança surjam.

 

Nada que essa mulher faça, poderá garantir que no futuro a relação perpetue. 

 

A relação afetiva e social dessa pessoa, não é com proximidade de contato, mas com medo de um dia ficar sozinha.

Veja como nasce a Cinderela interna

 

​Papais e mamães prestem atenção, porque a educação que você dá ao seu filho hoje, poderá contribuir para o surgimento do complexo de Cinderela.

 

Quando a mulher é pequena, ela cresce envolvida por muitos cuidados. Diferente dos homens, que logo cedo são incentivados a ter coragem.

A menina aprende desde cedo que sempre terá um amparo à sua espera. E, que para realizar alguma coisa precisará da ajuda dos outros. Quando a menina é tratada exageradamente como frágil, que não pode se cuidar sozinha, ela tem o seu caminhar facilitado, que por sua vez, limitará sua iniciativa.

 

Com o ensinamento de que deve permanecer boazinha e comportada, a menina tem reforço para ser passiva. Enquanto que o menino tem encorajamento para ser forte.

Como nos contos de fadas, a menina cresce e, espera que de alguma forma, alguém venha ao seu encontro, para ajudá-la sempre que precisar.

 

Se ela decide sair de casa, por exemplo, tão logo ouvirá o complexo de Cinderela a lhe falar: “Não vá agora", "Quem vai lhe socorrer quando você precisar?”

 

O complexo de Cinderela passa a ideia de que: a mulher não precisa dela mesma, mas sim dos outros.

Mesmo que a subjetividade seja constituída individualmente, a relação social coloca um acréscimo nessa construção.

 

​A influência se dá principalmente na infância, quando a menina está subordinada à manipulações dos agentes socializadores (pais/parentes/educadores). Para desenvolver sua individualidade, ela precisa superar a primazia do outro, criando autoconsciência e questionamentos.

 

Como lidar com os efeitos do complexo de Cinderela​​

Faça uma análise de seu próprio comportamento

  • "O que ganharia sendo menos dependente?"

  • "Poderia ser de outra forma?" 

  • "O que perderia?"

Quando ocorre a conscientização, a possibilidade de mudar está aberta. 

 

Ela precisa se conhecer muito bem, para entender melhor os gatilhos mentais e autossabotagem que está sujeita a vivenciar.      

Faça as coisas que mais gosta sozinha

É importante que a mulher procure fazer as coisas que dá conta "sozinha". 

Tente também pedir menos a opinião alheia, porque isso faz com que se distancie de si mesma. Quanto mais a mulher ficar confiante nas escolhas que faz, maior será o arsenal para a autoconfiança.

Não há nada de errado em pedir ajuda, porém, tudo que é excessivo se torna prejudicial.

Faça uma lista de prioridade

Pense em você. Considere suas necessidades. Se lhe ajudar, faça uma listra de prioridade.

No complexo de Cinderela, a mulher tende a olhar mais para o outro do que para si mesma. Porém, precisa acrescentar suas próprias necessidades à isso.

A Cinderela da história não tinha voz. Sua voz era usada para cantar, mas não para se defender. 

O intuito é que a mulher passe a olhar para suas necessidades e reagir de modo assertivo. Procurando evitar as manipulações, dando voz àquilo que precisa ser feito. 

Manipulações precisam ser evitadas

Se ela perceber que usa a manipulação diariamente, é importante que procure diminuir a frequência.


Para reduzir as manipulações, é necessário que a mulher fale aquilo que precisa, procurando ser mais direta para aquilo que ela quer. 

Exemplo de manipulação no trabalho:

  • "Eu queria tanto instalar o programa X no meu computador. Estou com tantos problemas, isso facilitaria muito minha vida. Ninguém me ajuda a fazer isso, eu faço tanto pelos outros, mas na hora que preciso fico aqui perdida." 

Forma assertiva:

  • "Preciso desse programa instalado no meu computador, você pode fazer isso?"

     

  • "Quero aprender a instalar o programa X, tentei e deu errado. Como faço isso?" 

​Não veja o outro como extensão sua

Observe o outro que está na relação com você. Ele é um ser único: tem vontade própria, também tem atitudes, sentimentos, personalidade, necessidades, amigos, trabalho...

 

Se você anda dizendo coisas como: "Isso é bom para nós dois”. Então, eu te questiono: "É bom para quem?"

Você e ele - são instancias separadas. Em alguns momentos, vocês compartilham coisas juntos. Porém, não é sempre que estão vivendo "compartilhado".

 

"O verdadeiro amor é o da diferença. O amor igual é um amor narcísico."

Leandro Karnal

Assim, é importante que você se veja como alguém que tem sua própria vida, que precisa focar nela. Porém, ao mesmo tempo que ama alguém, e atua como uma boa parceira na relação amorosa. 

Livre do complexo de Cinderela

Como é a nova mulher?

A mulher vence o complexo de Cinderela quando: não precisa se apegar as fantasias, porque ela reconhece aquilo que precisa ser feito e, faz por si mesma.

 

A mulher vence o complexo de Cinderela quando: não usa de manipulações para ganhar apoio, proteção e afeto. Ela usa dos próprios recursos para se cuidar.

 

A mulher vence o complexo de Cinderela quando: passa a fazer contato com aquilo que lhe traz alegria e satisfação, em vez de agir em função de diminuir a angústia que sente.

 

Se você se identificou até aqui com o artigo, saiba que a natureza não está negando nada para você. ​É você que planta, é você que colhe. A vida só tem o papel de lhe trazer aquilo que você cultivar.

 

A nova mulher, aquela que vence o complexo de Cinderela, não se coloca como vítima, não é submissa, mas é muito esperta e talentosa! 

"Abrindo os olhos" encontramos a certeza de que não é possível mudar o passado, até mesmo porque foi ele que te trouxe até aqui. Mas, é possível construir uma nova história, por meio do que você aprendeu. 

Maria Cristina Santos Araujo
Psicólogo em São Paulo - 06/108.975

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20/02/2021

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